quinta-feira, 29 de setembro de 2011


Durante esse tempo em que acompanhei alguns blogs sobre a Educação a Distância, percebi que existem vários e que há uma imensidade de temas, mas ainda há muito a ser discutido sobre esse assunto.
A Educação a Distância oferece oportunidades para todos os tipos de pessoas, abrangendo seja o novo ou velho, rico ou pobre, branco ou negro, mulher ou homem, não há distinção. Porém o que diferencia é o perfil do aluno, que deve ser disciplinado, motivado, saber organizar o seu tempo para que não prejudique seu rendimento nos estudos, buscar sempre novos conhecimentos e afins.
O Blog é uma excelente ferramenta de comunicação e também importante no processo de ensino-aprendizagem. E cada dia que passa educadores tem percebido e dado valor nas diversas ferramentas disponíveis na internet, inclusive o Blog.
Finalizo com uma frase da professora Mara Muzinatti:
"O blog traz infinitas possibilidades para a educação. Devemos incentivar seu uso, não brecá-lo".

sábado, 24 de setembro de 2011

Aula a distância não é “fast-food"

Uma liminar da Justiça Federal proibiu a veiculação da campanha do Conselho Federal do Serviço Social que compara o ensino a distância de Serviço Social à alimentação fast-food. A liminar foi concedida pelo juiz federal Haroldo Nader, da 8ª Vara de Campinas (SP), em ação cautelar movida pela Associação Nacional dos Tutores de Ensino a Distância (Anated).

Confira a continuação dessa matéria no site:
http://www.educacaoadistancia.blog.br/aula-a-distancia-nao-e-%E2%80%9Cfast-food%E2%80%9D/comment-page-2/#comment-16973

Mulheres são maioria na Educação a Distância

Divulgado recentemente pelo Ministério da Educação (MEC), o último Censo do Ensino Superior, mostra, mais uma vez, que as mulheres são maioria nessa etapa da educação, principalmente na modalidade a distância. De acordo com o documento, elas representam cerca de 55% dos alunos na modalidade presencial e mais de 69% na Educação a Distância. Entre os concluintes dos cursos, as mulheres também são maioria: 58,8% em cursos presenciais e 76,2% a distância.

A continuação dessa matéria você encontra no site:
http://www.educacaoadistancia.blog.br/mulheres-sao-maioria-na-educacao-a-distancia/

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Educação a Distância: Mitos e Verdades

Olá!!!!
No endereço http://www.educacaoadistancia.blog.br/arquivos/Educacao_a_distancia_mitos_e_verdades.pdf  você irá encontrar a Revista Nova Escola onde a mesma está abordando o assunto: "Educação a Distância: Mitos e Verdades". São várias perguntas que realmente se tem dúvidas no dia a dia. Como por exemplo:

* é possível estudar quando quiser? Quando tiver vontade?
* não é preciso sair de casa?
* a dedicação exigida é maior?
* é mais difícil conseguir emprego?
* os alunos aprendem menos que no curso presencial?   
* os professores são menos qualificados que no presencial?


AHHHH!!Interessante também vocês entrarem no site: http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-inicial/teste-voce-tem-perfil-aluno-educacao-distancia-512197.shtml 

Façam o teste: "você tem o perfil do aluno da Educação a distância?" Vocês irão se surpreender com o resultado. Acredite!!

8 dicas para tornar o seu estudo a distância mais eficiente


Modalidade exige muito mais do que um computador. Saiba como aproveitar os benefícios e contornar as deficiências do método de ensino.
Se ao invés do tradicional ensino presencial você optar por um curso a distância, saiba que não basta apenas substituir às salas de aulas por um computador. Embora a modalidade não estipule grande horária fixa e permita a realização de atividades simultâneas, é preciso saber priorizar os estudos, planejar a rotina acadêmica e recorrer aos recursos tecnológicos. Confira oito dicas da Universidade Aberta de Madri (UDIMA) que vão auxiliá-lo a tirar proveito dessa metodologia e tornar o seu processo de aprendizagem mais proveitoso.
1. Organizar o tempo
Defina o tempo necessário de dedicação aos estudos e respeite-o. Ainda que a educação a distância permita realizar simultânea outras atividades (trabalho, família, entretenimento), o segrego está em encontrar o equilíbrio entre os distintos ambitos da vida pessoal.
2. Seja sensato
Nem sempre é possível dedicar-se integralmente aos estudos. Portanto, seja realista e não assuma mais matérias do que a sua agenda permite. Isso porque, ao invés de agilizar a conclusão dos estudos, poderá acumular reprovações.
3. Aproveite as TIC’s
Para não se isolar no processo de aprendizagem à distância recorra aos recursos tecnológicos disponíveis nas salas virtuais. Ferramentas como fóruns, wikis, chats, vídeos e realidade virtual, além de incrementarem o ensino/aprendizagem, são pontos de encontro de estudantes e docentes.
4. Motive-se
Ainda que a maioria dos estudantes desta modalidade não disponha de muito tempo para o estudo, é necessário encontrar a motivação para cumprir as atividades propostas pelo curso ao menos uma vez por dia. Não deixe que a rotina cansativa de trabalho te desvie desse foco. O ensino a distância exige consistência.
5. Priorize sempre
Identifique as obrigações e as tarefas mais urgentes para realizá-las em primeiro lugar. O ideal é estabelecer metas diárias e realistas. Programe metas relativamente fáceis de ser alcançadas.
6. Amplie os conhecimentos
Desperte em você a inquietude pela descoberta de novos conhecimentos e não se limite apenas ao conteúdo das aulas. Consulte fontes complementares para favorecer a expansão dos aprendizados.
7. Não tenha vergonha de perguntar
É necessário ter uma relação fluída com professores e tutores. Na educação a distância você terá uma atenção personalizada, individualizada e permanente. Use e abuse desse benefício.
8. Realize as atividades e exames nos prazos indicados
É aconselhável que realize a tempo as atividades e os testes propostos pelos professores ao longo do curso.

retirado do site: http://www.educacaoadistancia.blog.br/8-dicas-para-tornar-o-seu-estudo-a-distancia-mais-eficiente/

Com o que sonham os alunos?

“Sonho que se sonha só
é só um sonho que se sonha só,
mas sonho que se sonha junto é realidade.”
Raul Seixas
Tecnologia é um recurso que faz sonhar. Quando vemos uma novidade tecnológica, ficamos fascinados, imaginando o que poderíamos fazer com aquele recurso. Também pensamos como será o futuro, agora que o presente parece estar tão diferente.
Mais ou menos 30 anos atrás, Seymour Papert já teve seus sonhos a respeito dos efeitos da informática sobre a Educação. Imaginava os computadores pessoais como ferramentas de aprendizagem. Para ele, “o computador é importante por dar autonomia intelectual ao aprendiz a partir dos primeiros anos de escolarização e, assim, tornar a criança menos dependente de adultos como provedores de informação. Ademais, para ser eficaz na escola, o computador, segundo Papert, deveria ser como livro e caderno, sempre disponíveis” (Cysneiros, 2008).
Exatamente agora que vislumbramos a possibilidade de cada aluno ter seu próprio computador, resolvemos descobrir com o que sonham as crianças quando o assunto é tecnologia e Educação. Aproveitamos o momento do fascínio dos alunos de 10 anos de uma escola pública e de duas escolas particulares de dois estados brasileiros diante da presença constante do computador em sala de aula para lhes perguntar como imaginam as escolas do futuro. Os resultados revelam uma compreensão profunda a respeito da função da tecnologia para a Educação.
A primeira reação dos alunos que tiveram a surpresa de ter um computador à sua disposição na sala de aula, algo que nunca haviam presenciado, foi pensar em outros recursos que poderiam fazer parte da sua rotina escolar. Na sua imaginação, colocam computadores nos mais variados locais da sala de aula. Imaginam máquinas fantásticas, elevadores ultrapossantes e muitas outras geringonças elaboradas.
Os alunos também pensam nas outras crianças que ainda não têm computadores para usar nas aulas e mencionam que será bom quando todas puderem ter um computador para si na escola. Na sua imaginação, é muito simples cada criança ter o seu.
Dando mais liberdade aos seus sonhos, os alunos aproveitam para retirar da sala de aula aquilo que lhes desagrada. Eliminam o quadro-de-giz e colocam um superlaptop em seu lugar. Um sonho bem próximo da lousa digital, que já foi criada em outros sonhos. Já os alunos mais pé-no-chão eliminam cadernos e borrachas, exatamente o material que adoraram deixar de lado enquanto usavam os computadores. Percebe-se que sonham com trabalhos escolares mais bem acabados, sem pó de giz, sem textos e desenhos rascunhados, sem re-escrituras e re-facções, mas com edição.
O mais interessante é que, pensando um pouco mais, os alunos descobrem que a Educação não se limita à instalação de equipamentos maravilhosos na escola. Lembram-se de outros aspectos humanos ligados a ela, que definitivamente não sairiam da escola mais equipada do mundo: professores, colegas e aula de Educação Física.  Essa constatação revela que, mesmo com a experiência de uso de computadores individuais, os alunos não idealizam um processo educativo individualista ou sedentário.

Por fim, os estudantes revelam o que melhoraria na escola com a tecnologia.  Esse é o aspecto mais revelador do seu sonho, pois aponta para a experiência que efetivamente tiveram com a tecnologia e que imaginam que será potencializada no futuro. A grande maioria dos alunos acredita que, com tecnologia, haverá mais aprendizagem. A tecnologia também é associada a alunos mais alegres e a uma escola mais divertida, avançada, inteligente, criativa e interessante.
Os alunos de escolas públicas acrescentam que as escolas serão mais bonitas e prepararão para o mundo profissional. Acima de tudo, afirmam que são eles que vão fazer todas essas mudanças acontecerem e pretendem ser professores nessa nova escola.
De fato, este mundo de sonho realmente experimentado por 150 crianças está muito próximo daquele imaginado pelos grandes pensadores da Educação durante os últimos séculos. Um mundo repleto de aprendizagem, que é o principal papel da escola, e com muita interação, alegria e criatividade.
 *Agradeço aos alunos do Colégio Visconde de Porto Seguro, de São Paulo/SP, do Instituto GayLussac, de Niterói/RJ e do Colégio E. M. Leodete Silvério Loi, de Barretos/SP pela contribuição valiosa que resultou neste artigo.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
CYSNEIROS, P. G. Prefácio à edição revisada brasileira. In: PAPERT, Seymour. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Porto Alegre: Artmed, 2008.